Arquivo da categoria ‘Vídeos’

Será que você sabe todas as consequências do uso de sacola plástica? E temos alguma alternativa ao seu uso? Assista ao vídeo e descubra!

A indústria vai tentar convencer você de que elas são ótimas. Mas agora você já sabe que não é bem assim.

Anúncios

Entrevista com Marina Person (atriz, cineasta e apresentadora brasileira), uma consumidora consciente, postada pelo Instituto Akatu no Youtube. Vamos aprender um pouquinho com ela? Assista ao vídeo:

O que consumir? Para que consumir? Quando consumir? Comprar de quem? Quem é essa empresa? Ela é responsável social e ambientalmente? Onde colocar o que vou comprar? Como utilizar o produto? E depois, como vou descartar? Vou doar para alguém, vou reciclar… ? Ufa!

Consumir não é tão simples como parece!

Assista ao vídeo:

Veja mais sobre consumo:

Consumo e consumidor

A História das Coisas

Consciente Coletivo

A sustentabilidade é incompatível com o supérfluo

Muitos já morreram em defesa da floresta e dos homens, inclusive no Brasil: Chico Mendes, Dorothy Stang... Nesta semana, entre o final de maio e o início de junho de 2011, mais quatro brasileiros foram assassinados na Região Norte do Brasil, dentre eles o casal de ambientalistas José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo.

As florestas estão morrendo e com elas, os homens também!

Até quando ficaremos cegos, surdos, calados e inertes? Que estas mortes não tenham sido em vão!

Acompanho os posts do Instituto Akatu e fiquei sabendo do vídeo Florestas e Homens, que você pode assistir abaixo, filme oficial do Ano Internacional das Florestas, dirigido por Yann Arthus-Bertrand, mesmo da série La Terre Vue du Ciel (La Tierra vista desde el cielo), este último um documentário excepcional, que recomendo a todos os interessados em meio ambiente, sustentabilidade, vida e humanidade, embora eu ainda não o tenha encontrado no Brasil.

Porém, antes do filme e para reflexão, reproduzo abaixo um fragmento de texto (veja observação ao final):

“[…]

Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia,
o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.

[…]”

O texto original, que você pode encontrar no link abaixo, é de

EDUARDO ALVES DA COSTA
Niterói, RJ, 1936

(Por muitos atribuído ora a Bertolt Brecht, ora a Maiakóvski, na realidade é diferente e teve o título original  cunhado por um brasileiro, segundo o sítio http://www.umacoisaeoutra.com.br/literatura/falsos.htm)

Assista ao vídeo:

Veja mais sobre o assunto em:

A sustentabilidade é incompatível com o supérfluo

Apresento a seguir um link sobre reportagem de uma série jornalística sobre lixo.

Não conheço detalhes do projeto nem do sucesso da iniciativa. Porém, basta para nos lembrar que, qualquer que seja o projeto de obras, é possível dotá-lo de múltiplos propósitos, incluindo a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade.

Certamente que no Brasil, onde regiões como Norte e Nordeste sequer possuem maioria de habitantes servidos por sistema de esgotamento sanitário, e padecem de elevadas taxas de morbidade e mortalidade infantil por doenças de veiculação hídrica, isto ainda está muito longe de acontecer. Mas não custa sonhar.

Quem sabe, um dia, despertamos para a importância de identificar e selecionar corretamente o que é prioridade. Especialmente porque ainda temos muita pobreza, o que torna a satisfação das necessidades básicas e essenciais infinitamente mais importante do que obras voluptuárias ou do que a satisfação de vaidades de nossos governantes, representantes políticos e até mesmo de muitos brasileiros.

A solução de Barcelona evita que o lixo se espalhe pela cidade, enquanto aguarda ser recolhido ou durante o transporte (como ocorre em terras tupiniquins), retira caminhões de circulação, com menor poluição do ar e sonora. De quebra, deve reduzir os veículos em circulação, melhorando o trânsito.

Assista ao vídeo:

Veja mais sobre líxo e reciclagem:

Por que reciclar pilhas e baterias? Links de PEV, coletores, postos de reciclagem

Seria muito engraçado, não fosse pela revelação do enorme inconsciente coletivo ainda existente em nosso planeta:

Por incrível que pareça, a maioria dos brasileiros entrevistados num programa de televisão aprovou uma série de empreendimentos imobiliários “de alto luxo” que ocupariam cartões postais do nosso Brasil. Já faz algum tempo, mas é algo que merece ser lembrado, sempre.
Nas areias das praias de Boa Viagem em Recife, ou de Copacabana no Rio de Janeiro, ou de Pitangueiras no Guarujá, ou no meio da Lagoa da Conceição em Florianópolis, ou no Lago Paranoá em Brasília – Distrito Federal, grande parte das pessoas ignorou o prejuízo irreparável que o sonho de consumo imobiliário de uns poucos causaria ou causa ao direito e sonho de bem-estar de toda uma coletividade.

“Gosto de levar vantagem em tudo, certo?”: A velha “Lei de Gerson”, antiga propaganda para consumo de cigarros.
Na pegadinha educativa de iniciativa do Instituto Akatu, em parceria com o programa “Fantástico” da Rede Globo, a apresentadora diz: “uma chance de mudar de vida”, por intermédio de uma construtora “ousada”. Haja ousadia!

Para uma minoria, a vida até poderia mudar para melhor, no curto prazo. Para uma esmagadora maioria, seria mudar de vida para pior no curto e médio prazos. E para todos, incluindo os “felizes e orgulhosos” compradores dos prédios construídos nas areias de nossas praias e no meio de nossas lagoas, a vida certamente iria mudar para muito pior no longo prazo, inexoravelmente.
Felizmente ainda existem pessoas e instituições dispostas a cultivar o consciente coletivo, bem como existem os remédios constitucionais contra governos, autoridades e pessoas ou empresas dispostas a ignorarem os direitos coletivos e difusos.

Além disso, ainda que ocasionalmente possamos agir com pouco ou nenhum discernimento, a humanidade e cada pessoa, todos nós, somos capazes de recobrar e desenvolver a consciência, agindo com solidariedade, empatia e praticando ações humanitárias. A predisposição para conviver e viver coletivamente está impressa em nossas almas.
Não se trata simplesmente de preservar o meio ambiente e fomentar a sustentabilidade ambiental – o que já seria muito, mas de preservar os princípios sociais e de direito que permitem a vida em coletividade. Do contrário, não tardaria e todos nós estaríamos em uma guerra autodestrutiva.

Assista ao vídeo:

Veja mais sobre consumo e consciência coletiva:

A sustentabilidade é incompatível com o supérfluo

Aula caracterizada por uma abordagem básica sobre o conceito de sustentabilidade (aula 29).

Duração: 14:57min

Fala sobre:

– Sustentabilidade;
– Economia;
– Conflito pela posse de terra, enquanto problema de sustentabilidade, pois o acesso à terra é também o acesso ao abrigo e sustento necessário para todos. Os recursos existem, o problema é a falta de distribuição isonômica;
– A biodiversidade da Amazônia;
– O lixo, o desperdício.

Assista ao vídeo:

A História das Coisas – Sustentabilidade.

Uma crítica severa ao modelo de desenvolvimento ocidental, neste vídeo que já foi exibido mais de 1 milhão de vezes no YouTube. A duração é longa, para os padrões de todos nós que vivemos pulando de tela em tela na WEB. Mas garanto: se você ainda não assitiu ao mesmo, não vai se arrepender do alerta sobre questões do nosso maior interesse. Talvez você perceba coisas sobre as quais nunca tinha pensado, pois nem tudo é óbvio. Se já conhece, considere uma nova leitura do mesmo.

Duração: 21:17min

Assista ao vídeo:

Após assistir ao vídeo, não há como negar que entramos numa roda viva de consumo. O problema é que não sabemos como sair.

Estamos tão dependentes do modelo atual que fica difícil imaginar as consequências de uma mudança brusca no mesmo: como alimentar bilhões de pessoas, se hoje dependemos tanto da tecnologia e da produção industrializada?

Tarefa árdua, certamente dependente do desenvolvimento de uma consciência coletiva global, que para se difundir vai requerer o auxílio dos professores do ensino fundamental, bem como dos educadores e formadores de opinião em geral. Talvez leve gerações…

Mas será que temos este tempo todo?

Deixo ao leitor as reflexões!

Gestão para sustentabilidade: série de três vídeos, com duração de pouco mais que cinco minutos, cada um, produzidos pelo Banco Real/Santander.

Tenho assistido a alguns vídeos curtos sobre sustentabilidade, cada um apresentando uma visão própria sobre o tema:

– Uns, mais despretensiosos, interessados apenas em educar ou informar os aspectos conceituais relativos ao tema;

– Outros, incisivos e críticos, na visão de alguns representariam opiniões de pessoas ou grupos considerados fanáticos, pessimistas ou antipáticos, embora parte deles eu considere dotados de uma boa dose de realismo, razão e compromisso com o interesse coletivo;

– Há também aqueles “de bem com a vida” ou “paz e amor”, um tanto otimistas quanto ao caminho rumo à sustentabilidade, que já estaríamos tomando, nós e as empresas amigas do meio ambiente.

Para estes últimos, fico com a impressão que bastaria mudar o modo de ver as coisas – usando as lentes “positivas” da sustentabilidade, além de adotar algumas atitudes como deixar o carro em casa duas vezes por semana, aí já teríamos garantido um futuro melhor (não que deixar o carro em casa não contribua, mas não basta).

Diante de tantas visões, e sabendo que devemos valorizar a diversidade de opiniões e antagonismos ideológicos, não seria honesto, tampouco isento, abordar apenas uma face da moeda, aquela incondicionalmente contrária ao crescimento econômico (o preferido das empresas).

Por isso, resolvi postar um vídeo do Banco Real Santander sobre sustentabilidade, que traz a visão de que já temos a solução para os problemas ambientais. Entretanto, não vou me eximir de emitir as minhas impressões sobre o mesmo.

Assista aos vídeos abaixo:

Uma estratégia utilizada no vídeo é confrontar visões pessimistas (do mal?) com aquelas otimistas (do bem?), tratando como mero alarmismo e pessimismo, ou quem sabe até mesmo ridicularizando, as (pré)visões de pessoas e grupos quanto ao preocupante futuro do meio ambiente. Cito algumas:

A eventual transformação da Amazônia num deserto. É possível que, quando o Real/Santander produziu o vídeo, ainda não tivesse ocorrido a maior seca do Rio Negro, que em Manaus/AM, atingiu o seu nível mais baixo desde 1902, segundo a Revista Veja, de 29/12/2010: “Mais de 71.000 famílias ficaram isoladas e tiveram dificuldades para obter água potável e alimentos – que normalmente chegam em embarcações fluviais”;

A inundação de cidades litorâneas, quando as pessoas poderão passear de gôndolas em Recife. O Banco talvez não saiba, mas Recife já é conhecida como a “Veneza Brasileira” e já dispõe de passeios de catamarã em seus rios, embora ainda não de gôndola. Mas deixando de lado o comentário irônico, o litoral de toda a Região Metropolitana de Recife já sofre graves consequências da erosão marinha. Outrora lindas praias de areias brancas e águas mornas e cristalinas, que um dia eu pude apreciar e desfrutar (na minha opinião, algumas eram tão bonitas quanto Porto de Galinhas), foram cercadas por quilômetros de diques de pedras enormes, trazidas de lugares distantes (Não sei a que custo ambiental). Para evitar destruições ainda maiores de propriedades particulares e vias públicas, estes diques foram construídos sobre os arrecifes naturais de arenito, presentes na costa nordestina. Ainda assim, a erosão continua e se espalha para áreas como as praias de Pau Amarelo e a Ilha de Itamaracá, ao norte de Recife, contíguas àquelas áreas que foram praticamente represadas, uma após outra, ano após ano, como as praias dos Milagres, Carmo, Bairro Novo, Casa Caiada, Rio Doce, Janga… ;

A possível invasão de nossas praias por morcegos “vampiros”, de filme de terror mesmo (e não simplesmente morcegos hematófagos).  O Banco talvez ignore que estes morcegos hematófagos já foram documentados em cidades litorâneas brasileiras, até mesmo se alimentando de pessoas, inclusive na capital da Bahia, Salvador. Neste caso, os morcegos apresentavam um comportamento de horários de alimentação notavelmente diferentes dos morcegos vivendo em condições naturais, pois estavam se adaptando aos horários da atividade humana nos grandes centros urbanos, intensamente iluminados. Embora eu desconheça previsões de invasões por morcegos.

O personagem do vídeo é Roberto, que é negro. Este, apesar de tudo (ganha menos, acorda de madrugada,  etc…), tem visão e comportamentos otimistas. Além disso, o vídeo retrata Roberto como alguém que tem muito em comum com todos nós brasileiros, reproduz argumentos em favor dos direitos sociais e, é claro, apresenta contextos e soluções possíveis à sustentabilidade, talvez para nos lembrar de que está do lado certo.

A propósito, Roberto toma café em casa, sempre. E, no vídeo, uma despretensiosa manchete no jornal que Roberto está lendo: “Produção global de alimentos cresce 170% em 40 anos”, e um gráfico ilustrando um crescimento exponencial desta produção, ano após ano, sem parar. Seria um lembrete de que não há com o que se preocupar, afinal, não nos faltará alimentos, com toda tecnologia que temos?

Para os mais desavisados, é bom lembrar que existe algo denominado capacidade de suporte do meio ambiente:

Num ambiente com abundância de recursos, uma população (de bactérias, animais, vegetais, etc.) normalmente irá crescer pouco no início e depois atingirá uma fase intermediária de crescimento exponencial (como na manchete do jornal de Roberto). Mas, devido à capacidade de suporte do ambiente ser limitada, devido à limitação de recursos e até mesmo de espaço físico, vai chegar um ponto em que não mais será possível crescimento populacional. Estas populações tenderão a se estabilizar. Ou seja, há um limite para tudo, inclusive para a quantidade de pessoas, animais ou produção agropecuária no meio ambiente. Por mais avançadas que sejam as tecnologias, sempre haverá um limite. A menos que colonizemos novos planetas.

Concluindo, a mensagem é: economize água e energia, cuidado com o lixo, consuma com moderação, tenha responsabilidade social, poupe, abra uma poupança… E claro, contrate ou compre sempre produtos ou serviços de empresas que adotam práticas sustentáveis Além disso, jogue fora suas lentes negativas!

E quanto ao crescimento econômico?


Estou convicto da incompatibilidade entre crescimento econômico continuado versus preservação ambiental e sustentabilidade. Já pelas lentes do Santander, parece não ser bem assim. O narrador menciona que o crescimento econômico não necessariamente produz bem-estar social. Mas assim, pode dar a entender que se fizermos tudo certo e se utilizarmos as lentes certas (pensamento positivo), o crescimento econômico (continuado – é uma premissa da doutrina) pode sim ser sustentável.

A despeito das críticas, e feitas as ressalvas anteriores, assistir ao vídeo poderá fazer com que muitas pessoas, até então inadvertidas sobre os conceitos de sustentabilidade, passem a atentar sobre os efeitos das suas condutas sobre o meio ambiente e sobre o bem-estar social. E que é possível adotar práticas tendentes à sustentabilidade.

Tendo assistido ao vídeo e refletido sobre a percepção do mesmo através das minhas lentes, concluo:

De fato, não cabe apenas chorar o leite derramado. É preciso ter uma visão positiva de que todos nós podemos fazer algo pelo Planeta. Mas também é preciso ter uma visão crítica, não necessariamente pessimista, da gravidade dos danos ao meio ambiente planetário, causados pelo modelo econômico de produção e consumo a qualquer custo. Estão por todos os lados as evidências e sinais de que algo está muito errado, não é coisa de pessimistas ou lunáticos.

Também estejamos atentos aos interesses subjacentes a qualquer discurso. Ter consciência e reconhecer as tragédias ambientais, e também adotar uma visão positiva e proativa quanto ao que cada um de nós pode fazer para a sustentabilidade ambiental não são posições antagônicas. Não é algo que devamos escolher “fique com isto ou então fique com aquilo”.

Mas, afinal, cada um vê a realidade através das lentes que prefere usar.

A interpretação é com você, leitor.

Muito legal a série de 10 animações sobre sustentabilidade ambiental e consumo consciente. A duração de cada uma é de aproximadamente dois minutos. Bom também para aulas, trabalhos escolares e bem que podia ser mais exibido em nossas televisões.

Assista ao primeiro episódio abaixo:

Assista aos demais episódios da série no gadget “Vídeos sugeridos”, no alto à esquerda do blogue, ou encontre-os no YouTube.

Abaixo, link para a notícia de lançamento da série, no site do Instituto Akatu:
Akatu, HP e Canal Futura lançam série de animação Consciente Coletivo