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Seria muito engraçado, não fosse pela revelação do enorme inconsciente coletivo ainda existente em nosso planeta:

Por incrível que pareça, a maioria dos brasileiros entrevistados num programa de televisão aprovou uma série de empreendimentos imobiliários “de alto luxo” que ocupariam cartões postais do nosso Brasil. Já faz algum tempo, mas é algo que merece ser lembrado, sempre.
Nas areias das praias de Boa Viagem em Recife, ou de Copacabana no Rio de Janeiro, ou de Pitangueiras no Guarujá, ou no meio da Lagoa da Conceição em Florianópolis, ou no Lago Paranoá em Brasília – Distrito Federal, grande parte das pessoas ignorou o prejuízo irreparável que o sonho de consumo imobiliário de uns poucos causaria ou causa ao direito e sonho de bem-estar de toda uma coletividade.

“Gosto de levar vantagem em tudo, certo?”: A velha “Lei de Gerson”, antiga propaganda para consumo de cigarros.
Na pegadinha educativa de iniciativa do Instituto Akatu, em parceria com o programa “Fantástico” da Rede Globo, a apresentadora diz: “uma chance de mudar de vida”, por intermédio de uma construtora “ousada”. Haja ousadia!

Para uma minoria, a vida até poderia mudar para melhor, no curto prazo. Para uma esmagadora maioria, seria mudar de vida para pior no curto e médio prazos. E para todos, incluindo os “felizes e orgulhosos” compradores dos prédios construídos nas areias de nossas praias e no meio de nossas lagoas, a vida certamente iria mudar para muito pior no longo prazo, inexoravelmente.
Felizmente ainda existem pessoas e instituições dispostas a cultivar o consciente coletivo, bem como existem os remédios constitucionais contra governos, autoridades e pessoas ou empresas dispostas a ignorarem os direitos coletivos e difusos.

Além disso, ainda que ocasionalmente possamos agir com pouco ou nenhum discernimento, a humanidade e cada pessoa, todos nós, somos capazes de recobrar e desenvolver a consciência, agindo com solidariedade, empatia e praticando ações humanitárias. A predisposição para conviver e viver coletivamente está impressa em nossas almas.
Não se trata simplesmente de preservar o meio ambiente e fomentar a sustentabilidade ambiental – o que já seria muito, mas de preservar os princípios sociais e de direito que permitem a vida em coletividade. Do contrário, não tardaria e todos nós estaríamos em uma guerra autodestrutiva.

Assista ao vídeo:

Veja mais sobre consumo e consciência coletiva:

A sustentabilidade é incompatível com o supérfluo

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POR QUE RECICLAR PILHAS E BATERIAS? ref. Blog Autossustentável.

Recomendo este ótimo guia do Blog Autossustentável, que esclarece as razões para darmos um destino apropriado às pilhas e baterias, assim como a qualquer lixo tóxico, bem como ensina  o que fazer com estes materiais.

Em resumo, os riscos ao meio ambiente e à nossa saúde são enormes ao jogarmos pilhas e baterias no lixo comum, trazendo sérios prejuízos. Daí a necessidade de assumirmos a nossa parte, no que se chama responsabilidade compartilhada: se por um lado os fabricantes e comerciantes são responsáveis pelo recolhimento e reciclagem dos materiais comercializados, cabe a nós não jogá-los no lixo comum, poluindo o ambiente. Devemos sim, entregar as pilhas e baterias descartadas em PEV – Postos de Entrega Voluntária, existentes em diversos lugares e cidades. Basta procurar os lugares na web e difundir o conhecimento e as boas práticas com nossos amigos e familiares.

Abaixo, alguns links para localizar PEV perto de você, que recebem diferentes materiais para reciclar:


– Postos de Coleta de Pilhas nas Agências do Banco Real

– Coleta de garrafas PET

– Rota da Reciclagem

– Lixo Eletrônico em São Paulo – e-lixo Maps

Há muitos PEV que não estão cadastrados, principalmente em sistemas mapeados, a exemplo do Google Maps. Assim, o que podemos fazer?

1) Empresários e Comerciantes: é importante que cadastrem e divulguem seus PEV nos diferentes serviços disponíveis na WEB, agregando valor aos seus produtos e serviços.

2) Governos dos Estados e Municípios: cadastrar e dar ampla publicidade dos serviços de coleta e PEV disponíveis em suas jurisdições;

3) Você e Eu:

a) Cadastrar no Google Maps os PEV de nosso conhecimento, da mesma maneira que as pessoas inserem fotos e tags no mapa;

b) Estimular empresas e comércio a criarem PEV em suas instalações. Preferir produtos e serviços daqueles que demonstrem responsabilidade ambiental;

c) Assumir nossa parte na responsabilidade compartilhada, separando, recolhendo e entregando pilhas, baterias, garrafas PET, etc., para os PEV e destinando-0s à coleta seletiva e reciclagem apropriados;

d) Se você conhecer outros links, além dos citados acima, por gentileza, divulgue-os.

Finalmente, há links indicativos de uma lista nacional de postos de coleta do Ministério do Meio Ambiente, mas que levam o usuário ao sítio institucional, onde não encontrei a referida lista. Pode até estar lá em algum lugar, mas o link não é direto e não localizei a lista facilmente.

Espera-se que o MMA dê maior publicidade à lista, facilitando a vida dos usuários interessados em fazer a sua parte, no tocante à reciclagem de resíduos. E também, que os Governos Estaduais e Municipais disponibilizem serviços de cadastro e localização geográfica dos PEV de diferentes materiais, a exemplo do e-Lixo Maps do Governo de São Paulo.

Referência:
POR QUE RECICLAR PILHAS E BATERIAS? – do Blog Autossustentável.