Cidadania

O limiar entre a civilização e a barbárie é tênue, apesar de vivermos em uma civilização que evolui há milênios. Mas não podemos nos enganar: basta ver uma nação antes e depois de uma guerra, a exemplo de Stalingrado e Iraque.

Só a reiterada prática cidadã é capaz de nos manter nos patamares atuais de civilização e lentamente nos levar a níveis históricos superiores. Cidadania pessupõe conhecimento, acesso à informação e, sobretudo, vontade e envolvimento.

A obrigação de tornar a sociedade melhor e mais justa não é só dos governantes, tampouco é só dos outros. A obrigação é minha, é sua, é de todos nós. A atitude de cruzar os braços diante dos problemas do nosso mundo tem um preço, que mais cedo ou mais tarde sempre é cobrado, e este preço é muito elevado. A história está repleta de exemplos, assim como o dia a dia nas nossas violentas cidades atuais. Queiramos ou não, não é possível viver bem enquanto os outros não estejam bem. Os efeitos das injustiças sempre chegarão até nós. Logo, injustiças aos outros são injustiças contra nós mesmos.

Quem sabe, chegaremos a um ponto no qual não mais seja possível o retorno aos períodos de trevas, que acompanham a história da humanidade. Isso exige vigilância e gasto permanente de energia, por parte de cada um de nós.

 

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